foto Simone Mattos - reunião final na EM Paula Buarque
O Projeto ESCOLA DA PAZ, trabalhando o conceito de CIDADANIA ESCOLAR, visa a resgatar a autoridade dos pais, o respeito à escola e o senso de protagonismo dos alunos, que passa por obediência e compromisso. Saiba como funciona no Caderno de Apresentação e Orientações, em link na coluna à direita. - - : denilsoncdearaujo@gmail.com
O PROJETO ESCOLA DA PAZ, POR MIM CRIADO, E NO QUAL ATUAVA EM REPRESENTAÇÃO DA VARA DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE DE PETRÓPOLIS, FOI ENCERRADO.SE VOCÊ O ESTÁ CONHECENDO NESTA VISITA, FIQUE À VONTADE E VISITE O BLOG. HÁ MUITA COISA QUE PODE SER ÚTIL A VOCÊ, À SUA FAMÍLIA E À SUA ESCOLA. FOI UMA AVENTURA MUITO LINDA. COMPROVE.ESTAMOS REPENSANDO UM OUTRO MODELO A SER IMPLANTANDO, COM PARCERIA DA OSCIP "REVIVAS".POR ORA, SE DESEJAR ACOMPANHAR AS MINHAS ATIVIDADES E PALESTRAS, VÁ AO MEU BLOG PESSOAL: http://denilsoncdearaujo.blogspot.com/Obrigado! DenIlson Cardoso de Araújo.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

FOTOS DA E.M. DOM CINTRA

 
 
 
 
 A Escola Municipal Dom Manoel Pedro da Cunha Cintra deu um show de preparo e organização no Projeto Escola da Paz. Cumprindo fielmente os compromissos assumidos através da assinatura da ficha de inscrição, eles, como se vê das fotos:

  • Tiveram a preocupação de criar expectativas, através dos cartazes  anunciando que "algo" ia acontecer;
  • Fizeram um trabalho sobre as "palavras mágicas do convívio social", com um bonito painel, que utilizei durante a palestra com os alunos;
  • Promoveram a realização de redações, que levaram os alunos a refletir sobre a condição das escolas e dos convívios, antes da palestra, o que - como é pedido no Projeto - permite que os alunos cheguem já com alguma boa semente nos corações;
  • Organizaram de forma impecável o auditório para a palestra, reunindo o pessoal da tarde e da manhã no mesmo evento, e ainda tiveram o cuidado, para que eu não caísse de nenhuma cadeira, como andou acontecendo por aí (rsrsrs), de providenciar um pequeno tablado, que facilitou meu trabalho.

Nota dez!



JÚLIA, DIANA E SUAS LINDAS CARTAS


 
Diana e Júlia são duas irmãs que estudam na EM Amélia Antunes Rabello. Elas me escreveram duas cartas que me comoveram muito. Primeiro, por serem cartas! Escrever cartas é uma arte antiga que esta geração de internet e pressa desconhece. Papel, caneta e carinho, fazem das letras instrumentos de sentimentos bonitos, como os que essas lindas irmãs me transmitiram.

Quando a Profª Aparecida Abreu me mandou essas cartas eu as li com uma ponta de lágrima boa, lágrima de sol no canto dos olhos! Pedi autorização para publicar e a Diana e a Júlia me permitiram, por isso faço a partilha para que vocês curtam essa escrita bem feita, trazendo sentimentos bonitos, sonhos esperançosos, projetos de vida!

Parabéns, Júlia e Diana! Obrigado pelas generosas palavras. Deus abençoe vocês. Jamais desistam, por mais que haja dificuldades! Sejam fortes, sejam firmes, sejam vencedoras!

sábado, 11 de maio de 2013

NOVO DEPOIMENTO

 
"Olá Denilson!!! Sou professora Célia (da Escola Rosemira e da Dom Cintra). Não poderia deixar de falar. Sua palestra hoje (10/05/2013, na Dom Cintra)  foi algo "sem explicação"!!! Alunos chorando... pedindo desculpas... agradecendo.... equipe se abraçando....
Enquanto fazíamos a oração, eu chorava e observava o mesmo em vários alunos; principalmente em alguns que "precisavam" de tudo o que ouviram...
Queria dizer que foi MARAVILHOSAMENTE FANTÁSTICO!!!!!!
Depois que você saiu, já começamos a pensar em um Projeto de Paz, unindo todas as disciplinas. Acredito DE VERDADE na equipe e nos alunos!!!
OBRIGADA mais uma vez!!!!! Você é uma daquelas pessoas ILUMINADAS!!!!!!!!
Um forte abraço
!!!!!"
*.*

Quer mais depoimentos? Clique no 3º box da coluna à direita
"Depoimentos sobre o Projeto"

sexta-feira, 10 de maio de 2013

SER DO CONTRA

Denilson Cardoso de Araújo

Quando se adquire certa consciência de mundo, deve-se estar preparado para ser. Existir em plenitude. “Ser” traz solidão, muitas vezes. Aprender a ser só, avisou um poeta. Aprender a só ser, retrucou outro. Aprender a ser, digo eu, sem hamletianas dúvidas. Ser. O que implica ser adversário do “não ser”. Ser do contra. Contra o “não ser” que é a mediocrização da sociedade brasileira, a imbecilização dos adultos, a idiotização dos jovens. E para isso, imperativo é ser contra a entrega de nossas crianças e adolescentes ao hedonismo irresponsável. Ser contra pais que empurram filhos ao sexo precoce. Ser contra a mídia que estimula, o governo que ignora, a sociedade que se omite.

É preciso ser contra o fim do amor platônico, romântico aprendizado que precedia de forma deleitosa e necessária os “vamos aos finalmentes” nos relacionamentos adolescentes. É preciso ser contra crianças grávidas de crianças. É preciso ser contra o “quadradinho de oito”, este último degrau da decadência nossa, que produz searas de meninas cachorras. Vexame brasileiro que lei infeliz acelerou quando deu ao funk adjetivo de “patrimônio cultural”.

De que adiantam Leis Maria da Penha se a gente permite o adestramento sexual infantil? Não é difícil ver a conexão entre sexo precoce e maus tratos. Mulheres que pariram ainda meninas, frequentemente acabarão em relacionamentos ruinosos que destruirão vidas, suas e dos filhos. Desenlaces ruidosos, agressões físicas, filhos selvagens.

Sistema de dominação perfeito, bolou o status quo: sexo precoce. Não precisa droga na água, dispensa pílula de diária hipnose. Hormônios, o próprio corpo produz. Basta ativá-los antes da hora. Doses cavalares de pornografia, funk da ruína completa, novelas com periguetes e vagabas de plantão. Tudo sem controle. Afinal, “é intocável a liberdade de expressão”, e “pais é que devem orientar seus filhos”. Ora, temos pais zumbis, já antes adestrados na inércia moral e na frouxidão familiar. Padecem esse desvirtuamento da liberdade de expressão transformada em licença para matar. Matar infâncias, destruir inocências, fazer meninas-monstro, crianças maquiadas como profissionais das calçadas. O sexo precoce produz gente, mas extermina cidadãos, na mesma assustadora proporção dos nascimentos.

Atendi Lorraine, a quem concedo nome que foi moda. Queria ajuda. Beirava 30 anos, talvez, mas desprovida dos encantadores mistérios de Balzac. Tinha rude vida, inscrita na cara vincada de dores. Falava para dentro, baixos olhos baços. Bela já fora, se via. À mesa, põe seu problema. O dente. Faltava-lhe, na frente. De ajuntamento em ajuntamento desde a adolescência, terminara com 04 filhos, de pais diferentes. Moradia de favor em casa da derradeira sogra, entulhada num minúsculo quarto com a prole. Aturava gemidos da amante do companheiro no quarto ao lado. Humilhação para evitar o debaixo da ponte. E espancamentos. Ameaças de perder filhos. Um soco extraiu-lhe o dente cuja falta impedia o sorriso. Ela implorou. Que o covarde ao menos devolvesse seu dente, eis que, catando-o ao chão, aos deboches, o sujeito ameaçava atirá-lo na vala fétida. Que devolvesse, demandava ela, daria jeito de alcançar piedoso dentista que o colasse no lugar. Mas nessas horas, piedade inexiste. O dente virou esgoto.

Lorraine não era cidadã. Um não-ser que desconhecia direitos, Maria da Penha, ECA, Delegacia da Mulher. A patrulha policial debochou dela, que briga de casal não era bem vinda. Mas ele me tirou um dente, rogou, meu olho está roxo, mostrou, há hematomas no braço... Nada. Agora ali, se arrastando em sandálias de dedo, “descidadã” completa, depois da caminhada de horas, perdida, sob o vento da serra. O que pedia? Direitos? Justiça? Não. Queria só repor um infecto dente na boca.

A impressão de inutilidade me invadiu. Dente pequeno, perto da grande desgraça por trás do dente perdido. Para que dente em boca que, além de frequentar a fome, parecia que jamais resgataria um sorriso? Com ouvido atento e escolhidas palavras produzi os rasos confortos possíveis, providenciei os magros encaminhamentos plausíveis, muito inseguro, que a rede de serviços nossa é uma certa Somália. E ouvi mais.

Lorraine tivera filha que ficara com a avó. Desconhecia pai, a hoje adolescente, nascida de “bonde de baile funk”, esse voraz genitor de prole tanta. A mãe lamentava a própria juventude cachorra “rebolando até o chão”. Porque soube que, no círculo vicioso do exemplo ruim, era a filha muito assídua e necessária ao baile da comunidade. Brilhava no palco já com seu muito peculiar quadradinho de oito. Porque dispensava roupa de baixo, disse Lorraine, envergonhada e perdida... sabendo que cedo seria uma avó triste.

Lorraine, que hoje é contra o funk, bem assinaria este parágrafo, caso soubesse escrever. É preciso ser contra este cio dado a crianças como diversão libertária, e que ao fim das contas é cárcere. É preciso sair da caverna da inércia e, sob o sol, perceber o mundo que se racha sob nossos pés em abismos bocarras de mastigar brasis, engolir futuros, vomitar não-seres.
 
denilsoncdearaujo.blogspot.com

terça-feira, 7 de maio de 2013

FOTOS DA E.M. BEATRIZ ZALESCKI

Foi muito legal estar com o pessoal da E.M. Beatriz Zalescki, na semana passada. Todas as palestras foram recebidas com alegria, entusiasmo e participação. Saí de lá muito confiante de que teremos, de verdade, mais uma "Escola da Paz!. Parabéns, à equipe da Escola, aos pais, aos alunos! Que Deus abençoe as iniciativas, que todos juntos mudem a realidade, que os professores e a equipe escolar sejam respeitados e que sejam efetivos educadores, que os pais reaprendam a exercer autoridade com amor, e que os alunos saiam definitivamente das fileiras dessa geração perdida que os cerca, para ajudar a mudar o rumo de suas vidas!.
 
Seguem bonitas fotos que a Escola colocou em seu perfil (Beatriz Zakescki) no facebook. Ficou curioso. Lá há muito mais. Vale a pena conferir.
 
Palestra com a equipe da escola:
 
 
Palestra com os pais:
 
 
 
Palestra com os alunos:
 
 
 
 



sábado, 4 de maio de 2013

COVARDIA

Denilson Cardoso de Araújo

Reza a lenda que favorecimentos eram obtidos pelas nossas forças militares na recorrência ao fantasma oferecido qual iminente ameaça: a guerra com a Argentina. Caducou o método. Mesmo que alguém pense vingar 1978, quando a AFA teria comprado dos peruanos dócil defesa e goleiro de manteiga para a goleada que excluiu o Brasil da Copa. Crack por craque, acho que ninguém mais pode invocar o argumento, nem por fins nobres como dar fim pelas armas à polêmica Maradona x Pelé. Hermanos somos, afinal.

Mas sombra de inimigo externo justifica absurdos. Diversionismo, que a própria Argentina usou, na ditadura que apodrecia. Uniu o país em luta pelas Malvinas, imolando jovens, no esticar a moribunda existência do mandonismo militar. Deu errado. Inimigo mal escolhido. A Inglaterra de poderosa Armada e Dama de Ferro evaporou a fumaça da cortina e a ditadura caiu.

Cortinas de fumaça são tática velha. Rolos de negra fumaça podem criar no adversário urgências sobre alvo falso. Facilitam ataque sobre objetivo realmente desejado, e acobertam manobras de tropa. Cortina de fumaça esconde algo. Sempre. A recorrente proposta de antecipação da idade de maioridade penal é cortina de fumaça. O que se pretende esconder?

Em primeiro lugar, a viciada compreensão que temos do Estatuto da Criança e do Adolescente. Repito pela milionésima vez. O ECA deve ser lido como lei de cidadania. Menores de idade têm obrigações legais, como todo mundo, perante o Código Penal, o Código Civil, a Lei Maria da Penha, o Estatuto do Idoso, a Constituição Federal, etc etc e etc. Dentre as obrigações legais de menores de idade está corresponder ao que o art. 1.634 do Código Civil determina aos pais: “dirigir a educação dos filhos e deles exigir respeito, obediência e serviços inerentes à sua condição”. Este item da lei é cotidianamente violado. O governo não o propaga, a mídia não o divulga. Pais não o praticam. O que dá crianças abusadas e jovens sem controle. Restituam a autoridade dos pais e não será preciso enjaular crianças.

Em segundo lugar, temos homicida sistema de informação e mídia que ajuda a desprezar idosos, infantilizar adultos, decepar a disciplina familiar, acuar escolas, desvalorizar professores, e extirpar a posição hierárquica do adulto na sociedade. Dá-se ao “jovem” gelatinoso do mundo neoliberal ascendência desproporcional e ruinosa: criança e jovem tudo podem, adultos obedecem. É discurso sorrateiro, que diz prezar diálogo e democracia, mas que mascara o caos e impõe idiotização e mediocridade.

Em terceiro lugar, o mesmo sistema põe mulheres-cachorra e periguetes nas novelas, como modelos para crianças, ao som do pedófilo funk carioca. Resulta em crianças fisgadas pela libido, este fundamental impulso de todo vivente. Antecipam ao desenvolvimento do senso crítico e da capacidade de refreamento de impulsos de risco, o cio que cedo as põe priorizando o prazer hedonista, em vez da solidariedade. Logo, gravidezes precoces. Daí, filhos de mães de 11 anos. Entregues a sacrificadas avós, rumarão celeremente ao círculo vicioso da anunciada desgraça.

Em quarto lugar, o Estado em conflito com a lei, que descumpre o ECA. Órgãos de fiscalização não cerceiam a criminosa venda de bebidas para menores de idade. A educação pública é precária e faz linha de produção que abandona os dissidentes. Saúde, calamidade sem fim. O atendimento psicossocial é nada, frente à demanda. Não há leitos para dependentes químicos que precisam de tratamento. Apenas o ridículo número de 100 Varas da Infância para mais de 5.000 municípios. Conselhos Tutelares operando sem estrutura e capacitação. Jovens infratores abandonados à própria sorte em depósitos de maltrapilhos, sem as devidas terapêutica, escola e profissionalização.

Em quinto lugar, oculta-se que o ECA - que responsabiliza, sim, o infrator e não só por 03 anos, como se propaga – mesmo com tantos óbices, graças à abnegação de muitos, ainda alcança índice excelente de recuperação de jovens, no confronto com o Código Penal. Não é o menor de idade o responsável pela criminalidade num país de colarinhos brancos impunes. Revelou Eliane Brum, no excelente “Pela Ampliação da Maioridade Moral”, que crianças e adolescentes são, em verdade, as maiores vítimas de crimes. O número de ilícitos de que são autores são ínfimos no total da criminalidade. Apenas 0,09% dos adolescentes são infratores. E, ao contrário da fumaça alarmista que as TVs põe nessas cortinas, os crimes violentos de autoria adolescente sofreram queda expressiva.

E, por último... somos país que juntou seus miseráveis debaixo da lona podre da sociedade injusta, os adestrou em abismos e ateou fogo ao circo. Agora correm, crianças e adolescentes, tochas humanas, por aí. A fumaça da cortina sai de seus corpos! Espalham brasas, incomodam, queimam sedas da elite, cheiram a carvão, atrapalham a paisagem, são má propaganda em país de Maracanã lindo e saúde de chiqueiro. São holocaustos da nossa incompetência. E atribuímos a eles a culpa da desgraça! É covardia. Penal. E moral.
 
*.*
*charge de Latuff


 Pessoal do Escola da Paz: - É MUITO IMPORTANTE que todo mundo que já pegou alguma consciência durante o Projeto avance um pouco mais e perceba como as coisas estão complicadas.

Leia este texto, divulgue, compartilhe. Vão rebaixar a maioridade penal, o que é violência desnecessária e um erro grave.

Vocês, jovens, precisam parar de ficar de passageiros nesse barco que vai afundar!

Tem outros texto meu, mais completo sobre o assunto, que vc pode acessar, busque no meu blog http://denilsoncdearaujo.blogspot.com.br/ ou no google pelo nome "Maioridade Penal, uma questão ética" e "Pequeno Conto à Guisa de Introdução ao Tema da Maioridade Penal".

Informe-se. Reflita. Aprenda. Compartilhe. Divulgue! Lute!

ATUALIZAÇÃO DA AGENDA

Só republico porque razões de força maior obrigaram a alteração no horário da palestra do dia 14, na EM Luiz Carlos Soares, de 07:30 para 08:30hs

26
6ª
09:00
ESC PAZ – Beatriz Zalescki -
Profs
27
SAB



28
DOM



29
2ª
19:00
ESC PAZ – Beatriz Zalescki
Pais
30
3ª
09:30
ESC PAZ – Beatriz Zalescki
Alunos
MAIO




01
4ª

Feriado – Dia do Trabalho

03
6ª
09:30
ESC PAZ – Manoel Cintra

04
SAB



05
DOM



06
2ª
19:00
ESC PAZ – Manoel Cintra

07
3ª
15:30
ESC PAZ – Fábrica do Saber
Profs
08
4ª
19:00
ESC PAZ – Fábrica do Saber
Pais
09
5ª
10:00
ESC PAZ – Fábrica do Saber
Alunos


15:00
ESC PAZ – Fábrica do Saber
Alunos
10
6ª
09:30
ESC PAZ – Manoel Cintra
Alunos
11
SAB



12
DOM



13
2ª
18:30
MISSÃO AJUDAR – Três Rios

14
3ª
08:30
ESC PAZ – Luiz Carlos Soares
Profs
15
4ª
18:30
ESC PAZ - Luiz Carlos Soares
Pais
16
5ª
09:00
ESC PAZ – Luiz Carlos Soares
Alunos
17
6ª
09:00
ESC PAZ – D Pedro Alcântara
Profs
18
SAB



19
DOM



20
2ª
10:00
ESC PAZ – D Pedro Alcântara
Pais
21
3ª
10:00
ESC Paz – D Pedro Alcântara
Alunos
23
5ª
09:30
ESC PAZ- Mcpz Sta Terezinha
Profs
25
SAB



26
DOM



27
2ª
18:30
ESC PAZ- Mcpz Sta Terezinha
Pais
29
4ª
13:00
ESC PAZ- Mcpz Sta Terezinha
Alunos

sexta-feira, 3 de maio de 2013

SEDE


Hoje ouvi uma história muito boa. Reparto aqui, pra gente saber como as pessoas estão sedentas das informações que o Projeto divulga.

Uma colega de trabalho me contou o caso de um pai que estava passando pelo Colégio Padre Corrêa, quando eu fazia a palestra. Dava pra escutar de fora dos muros. Ele parou, se interessou, ficou ouvindo. Pediu pra entrar. Não deixaram, ele não era da escola, nem tinha filho por lá.

Esse pai persistente então ficou na calçada, encostado, bebendo, como disse, as quase duas horas de palestra até ao final e saiu entusiasmado com o que ouviu.
...
Ano passado me contaram uma história de certa mãe que morava pertinho da escola e ouviu a palestra dos alunos da sua casa. Resolveu chegar atrasada ao trabalho naquele dia, mas escutou tudo até o fim, para usar na sua vida. Bacana, né?

Você, que pôde participar do Projeto, divulgue-o, dê o endereço do blog, informe sobre os textos (coletânea de textos úteis) que reproduzem trechos das palestras. Vamos ajudar a quem precisa dessas informações e reflexões.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

NOVO DEPOIMENTO

"Quero agradecer a vc pela palestra espetacular que foi realizada no Salão Paroquial da Posse (Escola Beatriz Zaleski), através da palestra tudo ficou melhor resolvido em nossas vidas, por mais que tentássemos fazer as coisas da melhor maneira, na realidade não sabíamos como resolver tudo e a partir daquele dia tudo mudou. Obrigado pelo trabalho e por ajudar a gente a melhorar." - Simone De Lima FarinazoChaves - Mãe de Aluno
 
*.*

Quer mais depoimentos? Clique no 3º box da coluna à direita "Depoimentos sobre o Projeto"

PALESTRA para os alunos da E.M. Beatriz Zalescki - 30/04/2013


Foto de Thaís Barros